" O Amor é essencial, O Sexo, acidente;Pode ser igual, Pode ser diferente"
Fernando Pessoa

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domingo, 30 de janeiro de 2011

Matizes e LBL protestam no Hemopi para que gays possam doar sangue

Dando continuidade à campanha "Nosso sangue pela igualdade", a Liga Brasileira de Lésbicas (LBL) e do Grupo Matizes realizam nesta segunda-feira (31), a partir das 9h, um protesto em frente ao Hemopi.

O objetivo é denunciar o caráter discriminatório da Resolução nº 153/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anivsa), que proíbe homens gays e bissexuais de doarem sangue.




Na oportunidade, militantes do movimento de lésbicas, familiares de LGBT e parceiros do movimento LGBT doarão sangue e se cadastrarão como doadores de medula, além de protestar contra a proibição.

Segundo Herbert Medeiros, militante do Matizes, a portaria da Anvisa atenta contra vários princípios  constitucionais, com o da igualdade e o da não discriminação. "Nosso protesto objetiva exatamente denunciar isso, mas também dizer para a sociedade que essa proibição que nos é imposta, impede-nos de exercer um dos gestos mais caros a pessoa        humana: a solidariedade", pontua.







 
 http://www.cidadeverde.com/matizes-e-lbl-protestam-no-hemopi-para-que-gays-possam-doar-sangue-72238

Grupo LGBT recebe orientação jurídica e documentação


DA REDAÇÃO 29/01/2011 10h24

A Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas), por meio do Centro de Referência de Direitos Humanos e Combate à Homofobia (Centrho), em parceria com a Associação das Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul (ATMS) e com o Comitê Estadual de Sub-registro, promove neste sábado (29) o Projeto Transcidadania. A ação tem por objetivo oferecer serviços de documentação básica e orientação jurídica aos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Transgêneros).
Os serviços oferecidos de documentação básica serão: RG, CPF e Carteira de Trabalho e também haverá orientação jurídica aos LGBT, feita por defensores públicos. O evento acontece na Casa da Cidadania, localizada na rua Marechal Rondon, 713, Centro, das 13h às 18h.
História
O Dia Nacional da Visibilidade Trans foi instituído no dia 29 de janeiro de 2004 quando, no Congresso Nacional, o Ministério da Saúde lançou a campanha “Travesti e Respeito”, com o objetivo de sensibilizar educadores, profissionais de saúde e formadores de opinião a motivar travestis e transexuais a lutarem pelo seu direito de cidadania.
A partir deste ano, no dia 29 de janeiro a comunidade LGBT, poder público, e entidades de Direitos Humanos organizam em todos os Estados do Brasil diversas atividades educativas e de cidadania para celebrarem o dia.

The Houseboy Trailer - TLA Releasing

Bombadeira



Bombadeiras, assim são conhecidas as pessoas que transformam
o corpo de suas clientes usando silicone, geralmente silicone industrial
que não é permitido, é um documentário falando sobre a vida dessas
pessoas.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Top model transexual brasileira desfila neste sábado na SPFW


DE SÃO PAULO
O segundo dia de São Paulo Fashion Week (SPFW), que acontece na Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, promete ser agitado.
Pela primeira vez, a semana de moda vai receber a nova sensação do mundo da moda --a top model transexual brasileira Lea T., filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo. Ela vai mostrar a coleção feminina de Alexandre Herchcovitch no desfile que fecha o dia, às 21h30.
Outro destaque do dia é o desfile de estreia da grife Ghetz, às 15h30. Este será o primeiro da marca, que já desfila no Fashion Rio, no SPFW.
Antes, há os desfiles das grifes Reinaldo Lourenço (12h30), Ellus (16h30), Neon (17h30 e 18h30) e Amapô (20h).

Caio Guatelli/Folhapress
Lea T. usa modelo de Alexandre Herchcovitch, ela desfila hoje para a grife
Lea T. usa modelo de Alexandre Herchcovitch, ela desfila hoje para a grife

Garota não sabe o que é amar, diz juiz que condenou professora

29/01/2011 - 08h35


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DO RIO
Hoje na Folha Uma menina de 13 anos não tem discernimento suficiente para saber se de fato ama um adulto. Essa é a avaliação do juiz Alberto Salomão Júnior, da 2ª Vara Criminal de Bangu, que condenou a professora Cristiane Barreiras, 33, a 12 anos de prisão por estupro de vulnerável.
Professora é condenada a 12 anos de prisão por abusar de aluna
Diretor da escola no Rio em que professora teria aliciado aluna é exonerado
Menina que teria mantido relações com professora diz que a ama
Professora dava dinheiro a aluna, segundo a polícia
Polícia localiza 2ª garota que teria mantido relações com professora
Professora nega as acusações, diz defesa
A informação é da repórter Diana Brito publicada na Folha deste sábado (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL).
A professora foi presa em outubro depois que a mãe de uma de suas alunas, de 13 anos, a denunciou à polícia.
"Manter relações sexuais ou praticar qualquer ato libidinoso com um menor de 14 anos presume que houve um ato violento", afirmou o juiz na sexta-feira (28) em entrevista à Folha.
A Justiça, diz, entende que até chegar a essa idade, uma pessoa não tem "condições válidas, legítimas de autorizar esse tipo de procedimento de outra pessoa".
Em sua sentença, o juiz, de 45 anos, relata trecho do depoimento da aluna, no qual diz que "sentia grande amor" pela acusada e que "por tal motivo, pretendia, à época do namoro, com a mesma viver por toda a vida".
Mas a declaração, diz o juiz, não poderia levá-lo a desconsiderar a tese de estupro repetido -já que as duas mantiveram relações sexuais em várias ocasiões.
O fato de as duas terem admitido, em seus depoimentos, que o relacionamento já durava algum tempo -segundo o Ministério Público, as duas se encontraram em mais de 20 ocasiões- fez com que a pena da professora fosse aumentada.
A Folha entrou em contato com os advogados da professora, mas eles não foram localizados. A defesa tem cinco dias para recorrer da decisão.

Gays são agredidos em novo caso na região da Paulista


São Paulo - Um estudante de 27 anos afirmou que ele e um amigo foram vítimas de mais um ataque homofóbico na região da Avenida Paulista, na madrugada de terça-feira, aniversário de São Paulo. Com esse, são pelo menos cinco casos desde 14 de novembro, quando quatro adolescentes e um jovem de 19 anos cometeram agressões na mesma avenida.
Por volta das 4 horas, Fábio (nome fictício) e o amigo caminhavam na Rua Peixoto Gomide, quase na esquina com a Rua Frei Caneca, quando ele levou uma garrafada no olho direito. O estudante conta que não viu os agressores se aproximarem. Ao tomar a garrafada, ouviu o amigo que o acompanhava gritando para que corresse. O outro rapaz levou um soco no peito e notou que um dos agressores tinha a cabeça raspada, outro tinha tatuagens, e que todo o grupo vestia roupas pretas --seriam skinheads.
Fábio é homossexual e mora na zona oeste. Seu marido está na Alemanha, onde se casaram --o país permite a união entre pessoas do mesmo sexo. Ele diz estar convicto de que o ataque teve motivação homofóbica porque as roupas que usa e a entonação da voz indicariam sua orientação sexual. Ele lamenta o fato e diz não compreender a motivação para agressões gratuitas como as que têm acontecido na região da Paulista. "Não sei se isso é estimulado por comportamento familiar, programas na TV... Não sei interpretar o que acontece na cabeça da pessoa para ter um comportamento desse tipo", afirma.
Após a agressão, Fábio correu para um posto de gasolina com sangramento no olho e no rosto. Foi nesse momento que o estudante teria, pela primeira vez naquele dia, o sentimento de desamparo. Não foi atendido pelos funcionários do posto quando pediu água e um pano para limpar a ferida.
O amigo tentou ligar para a polícia, mas não foi atendido. Fábio então procurou a base móvel da Polícia Militar na Paulista, nas proximidades com a Rua Haddock Lobo. Ele se queixa que os policiais não chamaram reforço para tentar buscar os agressores. "Pelo jeito, pensaram que tinha sido uma briga de balada." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Religião e Homossexualismo -pastor poroca

Pastor fala sobre religião e homossexualidade, e diz que, os homossexuais que não se arrependerem iram queimar no fogo do inferno.
Confira no vídeo.

Piauí terá grupo de trabalho para combater a homofobia



26/01/2011 09:26
por Paula Danielle

O Estado do Piauí terá um Grupo de Trabalho para a promoção de Políticas Públicas de Segurança Pública à população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT). A decisão foi tomada durante reunião realizada com representantes do movimento e o secretário de Segurança, Robert Rios.
O Grupo de Trabalho (GT) foi instituído pela portaria de nº 07, de 1º de março de 2010, como um órgão consultivo, propositivo e de assessoramento, junto ao Ministério da Justiça, sobre políticas, programas e ações referentes ao enfrentamento de preconceito, discriminação e violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na política nacional de segurança pública.
De acordo com o secretário Robert Rios, a Secretaria de Segurança já desenvolve ações de combate ao preconceito. “Fomos o primeiro Estado a inaugurar a Delegacia de Defesa e Proteção dos Direitos Humanos e Repressão às Condutas Discriminatórias, que ajuda a coibir algumas práticas discriminatórias. O que temos que fazer agora é colocar a homofobia como um crime”, destacou.
O secretário se mostrou favorável à criação do GT e pediu que os representantes do movimento se reunissem com a delegada Kátia Esteves para que o mesmo fosse instituído através de portaria e encaminhado à Secretaria para autorização imediata.
Para Victor Kozlowski, que faz parte do Centro de Referência LGBTT em Teresina, a ideia, com a criação do Grupo de Trabalho, é que o mesmo possa ser responsável pela apresentação de projetos e ações que vão de interesse aos direitos e segurança desse segmento da sociedade. “É de fundamental importância a criação do GT no sentido de que temos que dar visibilidade às ações realizadas pelo movimento”, afirmou.
Participaram da reunião, ainda, o coordenador do Fórum ONG/LGBTT João Leite, Monique Alves, da Associação de Travestis e Transexuais do Estado do Piauí, Diego Conrado, do Coletivo de Gays Mirindiba, e Laura Leah, integrante da Articulação Piauiense de Travestis e Transexuais


http://www.piaui.pi.gov.br/materia.php?id=40589

Ativista gay é assassinado em Uganda após ter foto publicada em jornal


O destacado ativista da causa gay ugandense David Kato foi assassinado em uma localidade dos arredores de Campala, capital de Uganda, dois meses após sua fotografia ter sido publicada por uma revista local. A publicação fez uma campanha contra os homossexuais, imprimindo fotos dos potenciais "alvos" - cidadãos gays ou ativistas de direitos humanos.
Reprodução


Kato, representante do grupo Minorias Sexuais de Uganda, foi assassinado em sua casa em Mukono, a cerca de 30 quilômetros do centro de Campala, por vários desconhecidos, disse à Agência Efe a subcomissária Judith Nabakooba.

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O ativista havia denunciado a revista ugandense Rolling Stone por divulgar em novembro passado, em uma campanha homofóbica, as fotos de homossexuais declarados e ativistas.

No início deste mês, a Corte Suprema de Uganda proibiu a publicação de divulgar mais fotografias e informações para identificar supostos homossexuais e a condenou a pagar US$ 750 dólares às pessoas que já haviam sido identificadas.

Nabakooba acrescentou que a Polícia segue algumas pistas sobre o caso, mas ainda é cedo para vincular o assassinato de Kato à sua orientação sexual.

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