" O Amor é essencial, O Sexo, acidente;Pode ser igual, Pode ser diferente"
Fernando Pessoa

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Estudantes fazem ato contra homofobia no campus da UFMG. O evento reuniu cerca de 150 pessoas.

BELO HORIZONTE (MG) - Um ato contra a homofobia reuniu cerca de 150 pessoas, nesta quarta-feira (27), em frente ao gramado da reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no campus Pampulha, em Belo Horizonte. Com a proposta de darem um ‘Beijaço Gay’, expressão que batizou o evento, universitários e simpatizantes da luta pela diversidade sexual marcaram um ponto de encontro pela internet. Alguns casais homossexuais cumpriram o combinado e deram beijos em protesto contra o preconceito.
Acho legal, para mostrar que não tem diferenças, falou Isabela, de 23 anos. Ela e a namorada Marcela, 30 anos, não estudam no campus, mas compareceram. Disseram que não sofrem preconceito entre familiares e amigos, mas uma delas já foi reprimida ao beijar dentro de um shopping. Um segurança pegou no meu braço e disse que aquilo não era coisa para fazer em um ambiente familiar, lembrou Marcela.Na concentração, os idealizadores falaram sobre a intenção do ato simbólico promovido após uma denúncia recente de agressão contra homossexuais dentro do campus. A gente espera que seja um incentivo para quem ainda tem vergonha de se beijar em público, falou Isadora Lima, de 21 anos, que estuda psicologia na UFMG. Vindo de outra faculdade de Belo Horizonte, Pedro Queiroz, 21, participa de discussões do Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual (Gudds) e ajudou a criar o movimento. Perguntado sobre o impacto que o ‘Beijaço Gay’ poderia causar, respondeu que é importante tratar com mais naturalidade a homossexualidade. Choca, mas isso vem do fato de que é alguma coisa que as pessoas não querem ver, mas existe, falou.



Na concentração, os idealizadores falaram sobre a intenção do ato simbólico promovido após uma denúncia recente de agressão contra homossexuais dentro do campus. A gente espera que seja um incentivo para quem ainda tem vergonha de se beijar em público, falou Isadora Lima, de 21 anos, que estuda psicologia na UFMG. Vindo de outra faculdade de Belo Horizonte, Pedro Queiroz, 21, participa de discussões do Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual (Gudds) e ajudou a criar o movimento. Perguntado sobre o impacto que o ‘Beijaço Gay’ poderia causar, respondeu que é importante tratar com mais naturalidade a homossexualidade. Choca, mas isso vem do fato de que é alguma coisa que as pessoas não querem ver, mas existe, falou.
O bancário Marcos, 40 anos, e o mestrando Gilberto, 23 anos, namoram há três anos. A gente quer igualdade, disse Gilberto. Para o namorado, não surpreende ouvir relatos de violência do tipo, dentro do ambiente acadêmico. É um reflexo da sociedade, se existe preconceito fora da universidade, vai existir dento também. Mas é lamentável, falou.
Um grupo de estudantes do curso de Publicidade levantou cartazes com a mensagem ‘eu sou gay’. Viemos trazer a mensagem de tolerância. Ao dizer ‘eu sou gay’ estamos assumindo o compromisso com a diversidade, falou Jullie Utsch, de 18 anos.
Os integrantes do grupo não se definiram como homossexuais e disseram que a mensagem é de apoio. Não é para chocar, é para responder de uma forma diferente, com afetividade, à atitudes de homofobia, falou Marcos Antunes, de 17 anos.
A presença de um repórter drag queen causou alvoroço. Vim cobrir e a animação acabou caindo na minha mão, brincou Malonna, personagem do estudante André Silva, de 25 anos. Ele é ex-aluno de artes visuais da universidade e faz parte da equipe de um programa independente. É uma ação política, que tira da invisibilidade a relação homoafetiva, falou Mallona ao definir o evento. A drag queen fez a contagem para o beijo.
Logo após o ato, a universidade informou por meio de uma assessora de imprensa ‘que é radicalmente contra a homofobia e que apoia o ato realizado no campus. Ainda segundo a assessora, que acompanhou o desfecho do ‘Beijaço Gay’, uma comissão dentro da universidade já ouviu um casal masculino, que denunciou ter sido vítima de agressão física durante uma calourada no campus. Sobre este caso de violência que incentivou a manifestação, a UFMG informou que procede com as apurações, que devem ser concluídas num prazo de 30 dias, a contar da abertura da sindicância no dia 15 abril. O prazo pode ser prorrogado por mais 30 dias.


                                                              http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=2171

Brasil: Homofobia, Religião e Política

Em meio à onda de violência homofóbica que vem crescendo no Brasil, colocando o país na liderança mundial de crimes contra a comunidade LGBT - conforme reportado no primeiro artigo desta série dedicada ao panorama LGBT - o deputado federal Jean Wyllys, primeiro gay assumido a chegar ao parlamento, propôs um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que pretende legalizar o casamento para pessoas do mesmo sexo.
Ao mesmo tempo, declarações recentes de alguns parlamentares, grupos de extrema direita e representantes religiosos, que se opõem a esse e outros avanços legislativos na questão LGBT, deixaram a blogosfera indignada com o ódio e preconceito manifestados.
Imagem partilhada no blog Wihhy's.
Imagem partilhada no blog Wihhy's.
Pregando o preconceito
"Alerta! Liberdade religiosa ameaçada Ditadura gay no Brasil Vote contra diga não!" do blog Amigo de Cristo
"Alerta! Liberdade religiosa ameaçada Ditadura gay no Brasil Vote contra diga não!" do blog Amigo de Cristo
Grupos evangélicos e a Igreja Católica vem se opondo ao PLC122, considerando-o o início de uma “Ditadura Gay”, impondo a homossexualidade à totalidade da população e, ainda, servindo como mordaça à pregações de caráter homofóbico em templos e igrejas.
Sobre a questão, Paulo Cândido, escrevendo para o Biscoito Fino e a Massa, critica a “falta de argumentos” e a “retórica vazia”  da “direita religiosa”:
que mal esconde seu ódio e sua intenção de impor a moral de uma religião à sociedade como um todo.
Robson Fernando, escrevendo para o blog Acerto de Contas, acrescenta:
Fora a visão utilitária, influenciada pela moral cristã, que os anti-LGBT possuem da sexualidade – segundo os quais o sexo teria função estritamente reprodutiva –, a homofobia e o alegado “direito de criticar a homossexualidade” têm tudo em comum com a intolerância religiosa e o suposto “direito” de alguém discordar que as pessoas possam seguir outras crenças.
Os casos de homofobia, porém, transcendem as igrejas e templos, chegando até mesmo à política. Uma das figuras que faz a ponte entre as duas instituições é o Pastor Evangélico e Deputado Federal, Marco Feliciano. Feliciano se envolveu em diversas polêmicas depois de usar o Twitter para fazer diversas declararações racistas e homofóbicas, como aponta o jornalista Paulo Lopes,  ao citá-lo: “amamos os homossexuais, mas abominamos suas práticas promíscuas”.
Homofobia com representação parlamentar

"Não discuto promiscuidade! Filho meu é bem educado e não corre o risco de se apaixonar por negras ou gays!" Cartoon de Carlos Latuff.
"Não discuto promiscuidade! Filho meu é bem educado e não corre o risco de se apaixonar por negras ou gays!" Cartoon de Carlos Latuff.
O deputado federal, Jair Bolsonaro, filiado ao Partido Progressista do Rio de Janeiro, recentemente se envolveu em uma polêmica, ao defender o direito dos pais de baterem em seus filhos para evitar que estes virem gays.
A Rede Brasil Atual sumariza as declarações mais polêmicas de Bolsonaro, em recente entrevista ao programa humorístico CQC (o vídeo pode ser visto aqui):
(…) fez declarações homofóbicas em um vídeo exibido pelo programa CQC, da TV Bandeirantes, nesta segunda-feira (28). Para Bolsonaro, ele não correria o risco de ter um um filho gay, pois seus filhos tiveram “uma boa educação, com um pai presente”. Ele também afirmou que não participaria de um evento homosexual porque “eu não participo de promover os maus costumes (sic).
Defensor de políticas de extrema-direita e ex-capitão do exército, Bolsonaro tem o costume de insultar defensores dos Direitos Humanos e de defender a tortura sem, porém, jamais ter sido punido por seus pares.
O blogueiro José Márcio Dias de Alencar escreveu uma Carta Aberta ao Deputado:
O senhor, futuro ex-deputado Jair Bolsonaro, representa tudo que o Brasil hoje mais abomina. E todos os 120 mil eleitores que o colocaram em seu sexto mandato deveriam são totalmente responsáveis por esse grotesco show de horrores protagonizado em nossa recente democracia. Irônico um ex-militar que apóia e se diz saudosista da ditadura dependender tanto da democracia pra viver,  não? São 120 mil pessoas que pregam o racismo, a homofobia e a misoginia.
Pelo Twitter, a atriz e cantora Preta Gil, ofendida por Bolsonaro em vídeo veiculado pelo programa CQC, anunciou que irá processar Bolsonaro por suas declarações, ao que este respondeu ter sido mal interpretado e que não havia entendido. Jair Bolsonaro se defendeu em seu site, negou que tenha ofendido a cantora Preta Gil.

Na noite do dia 29 de março, um grupo de parlamentares, dentre eles Jean Wyllys, Brizola Neto, Manuela d'Ávila e Ivan Valente, apresentou um requerimento ao presidente da Câmara dos Deputados pedindo que se tomem medidas contra o deputado Jair Bolsonaro.
Neonazistas, Fascistas e “Nacionalistas”
Imagem do autor.
Imagem do autor.
As declarações do Deputado Jair Bolsonaro causaram o efeito desejado, e em sua defesa diversos grupos de extrema-direita organizaram uma manifestação na Avenida Paulista e vêm organizando outros contra o PLC 122, em defesa da família e do direito ao preconceito.
Grupos como Ultra Defesa, União Nacionalista, Kombat RAC - Rock Against Communism (Rock Contra o Comunismo), Carecas do Subúrbio, Integralistas e Skinheads Nazistas se reuniram para defender o deputado e a “família”, contra a “Ditadura Gay” e as tentativas de se criminalizar a homofobia.
Ao fim do protesto, ao menos 6 pessoas ligadas à extrema-direita e grupos de ódio foram presas, o que levou Eduardo Guimarães, do blog Cidadania, a comentar:
[os manifestantes acabaram se] deparando com uma contramanifestação de defensores dos direitos dos homossexuais, um ato corajoso e insensato porque, do outro lado, havia criminosos conhecidos e procurados, o que gerou uma dezena de prisões de bolsonaretes. Em nenhuma outra parte do país, neonazistas e skinheads, entre os quais devem estar os que vêm aterrorizando homossexuais na avenida Paulista, teriam coragem de sair assim tão abertamente à luz do sol.
Um protesto liderado por movimentos LGBT, além de militantes de diversos segmentos da esquerda, foi organizado no mesmo dia e horário do protesto dos Nazi-Fascistas, exigindo um enorme contingente policial para separar os dois grupos.
O deputado federal Jean Wyllys, em carta publicada no blog Brasília, eu vi, do jornalista Leandro Fortes, apela a “defesa da Dignidade Humana (…) princípio soberano da Constituição Federal” e afirma:
(…) o limite da liberdade de expressão de quem quer que seja é a dignidade da pessoa humana do outro. O que fanáticos e fundamentalistas religiosos mais têm feito nos últimos anos é violar a dignidade humana de homossexuais.
Apesar de todo este cenário, resta esperança. O PEC proposto por Jean Wyllys, e outras iniciativas visando a criminalização da homofobia, prometem não só acender o debate sobre a legalização do casamento para pessoas do mesmo sexo, como também promover uma maior igualdade entre todos os cidadãos, independentemente da sua orientação sexual.
As discussões e movimentos pela aceitação LGBT, que já tomam lugar tanto no parlamento como pela sociedade civil, estarão em foco no próximo, e terceiro, artigo da série Panorama LGBT em Debate.
Escrito por Raphael Tsavkko Garcia

Crimes homofóbicos são tema de reunião com grupo LGBT


Crimes homofóbicos são tema de reunião com representantes do movimento LGBT

O secretário da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, recebeu na manhã desta terça-feira (26) representantes do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis). A reunião aconteceu na sede da secretaria, no bairro de Mangabeira, na Capital. Na pauta, o andamento do inquérito que investiga o assassinato da travesti Inete, registrada com o nome de Daniel de Oliveira Felipe, 24 anos. O crime aconteceu no dia 15 de abril deste ano, em Campina Grande. Inete foi morta a golpes da faca.


O encontro contou também com as presenças da secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Iraê Lucena; da vereadora de João Pessoa, Sandra Marrocos; do delegado Geral de Polícia Civil, Werginaud Vaz; da delegada de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) de Campina Grande, Cassandra Duarte, e da delegada titular da Delegacia Especializada contra Crimes Homofóbicos da Capital, Desirée Vasconcelos.


A delegada Cassandra Duarte, que preside as investigações, explicou aos integrantes do movimento que a polícia está trabalhando para cumprir um mandado de busca e apreensão expedido contra um adolescente e um mandado de prisão expedido contra um homem, ambos acusados de envolvimento no homicídio. “Outras duas pessoas foram presas e um menor foi apreendido logo após o crime. Já essas prisão e apreensão devem acontecer nos próximos dias”, revelou.


O secretário da Segurança ainda recebeu outras reivindicações do movimento, como a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes da pasta para discutir questões relacionadas à homofobia e um banco de dados com registro de crimes com motivação homofóbicas, entre outros.


Para o secretário Cláudio Lima, a visita do grupo à Secretaria da Segurança e da Defesa Social foi de extrema importância para estreitar os laços entre poder público e sociedade civil. “Receber as reivindicações do grupo, investigar os crimes e cumprir a lei é a nossa obrigação”, frisou o secretário, acrescentando que a Paraíba é um dos poucos estados do Brasil que possui uma delegacia especializada no combate a crimes homofóbicos.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Chico Xavier - Homossexualismo

A homossexualidade na visão de Chico Xavier

Homossexualidade é Pecado? É escolha?

assim me diz a BÍBLIA O conflito entre homossexualidade e igreja em "Assim me diz a Bíblia" é dica indispensável de filme.
Reprodução
assim me diz a BÍBLIA
assim me diz a BÍBLIA

O filme de 2007, dirigido por Daniel Karslake nos apresenta histórias de cinco famílias que passaram por maus bocados em função do fanatismo religioso e da interpretação literal do livro sagrado. O diretor mostra, de maneira bastante inteligente, como a bíblia continua sendo uma arma para justificar preconceitos de gênero, raça e orientação sexual.

Sinopse: Homossexuais são bem-vindos no reino de Deus? Durante séculos, a bíblia foi usada para justificar discriminação, repressão, injustiça - a subserviência da mulher, a escravidão, a segregação. E esta tradição continua nos dias de hoje, só mudou o alvo. Alguns poucos trechos da bíblia são usados constantemente para disseminar ódio e violência contra homossexuais. Através de cinco retratos íntimos de famílias cristãs com um membro gay ou lésbico, o filme explora a maneira como religiosos conservadores tentam convencer sistematicamente os fiéis a acreditarem que a bíblia proíbe o homossexualismo. Também investiga o que a bíblia de fato fala sobre o homossexualismo conhecido nos dias de hoje.

O documentário completo você pode baixar aqui

Alunos gays de Portugal estrelam campanha contra a homofobia.

Estrelas gays

por Redação MundoMais

Uma aluna lésbica ou aluno gay cercado dos colegas de turma. Uma frase dizendo que está todo mundo bem com o fato de eles serem homossexuais. Assim é a campanha contra o bullying escolar, lançada em Portugal.
Além das peças digitais e cartazes, a Rede Ex Aequo, responsável pela campanha, disponibiliza no seu site material educativo para promover a inclusão social nas escolas portuguesas.
Um desses materiais é voltado para os professores. Também está disponível um conteúdo esclarecendo dúvidas sobre o assunto e colocado um e-mail à disposição para contato com os internautas.
Material educativo da Rede Ex Aequo: www.rea.pt/arquivo/professores.pdf
E-mail: geral@rea.pt
Website: www.rea.pt




http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=2169

terça-feira, 26 de abril de 2011

Gay xingado na frente dos colegas recebe indenização de R$ 50 mil na Justiça.

Danos morais

por Redação MundoMais

RIO DE JANEIRO - Um funcionário chamado de "viadinho" na frente dos colegas de trabalho, conseguiu na Justiça provar o preconceito, e foi indenizado em R$ 50 mil por danos morais.
O juiz José Saba Filho, da 73ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, obrigou a Sul América Cia Nacional de Seguros a indenizar o empregado por ter sido xingado pelo gerente da empresa, com palavras ofensivas e depreciativas por ser homossexual. Ainda cabe recurso na decisão.
- É evidente que os atos reiterados do gerente, no ambiente de trabalho, ridicularizando o subordinado, chamando-o pejorativamente de "viadinho", revelam discriminação, preconceito e desprezo em relação à pessoa do acionante e, assim, certamente afetaram a sua imagem, o íntimo, o moral, resultando em prejuízo moral que deve ser reparado.
De acordo com as testemunhas, o gerente chamava com frequência o subordinado de "viadinho" na frente de outros empregados.
Para o juiz, o poder do empregador não autoriza que seus gerentes usem o cargo superior para praticar assédio moral e usar tratamento contra as regras de boa conduta.
Segundo Saba Filho, é dever do empregador zelar por um ambiente de trabalho sadio e sem que a relação entre os funcionários rompa os limites legais.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Centro Cultural da Justiça Federal recebe 3º Festival de Animação LGBT


RIO DE JANEIRO (O REPÓRTER)  - O Centro Cultural da Justiça Federal(CCJF) abrigará o Diversidade em Animação 2011 - 3º Festival Internacional de Animação LGBT, que traz uma programação de animações com temáticas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros.
O festival inicia no dia 6 de maio e segue até o dia 13 de maio, sempre às 17h30 e 19h, no CCJF que fica na Avenida Rio Branco 241, Centro, Rio de Janeiro.
No total foram selecionados 45 Filmes de Animação brasileiros e estrangeiros: 23 animações para Competição de Curtas (1 e 2), 12 episódios de animação para o Especial J.J. Sedelmaier e 10 animações para a Retrospectiva - Premiados e Melhores de 2010.
Na Competição de Curtas participam 23 animações dividas em dois programas: Competição de Curtas 1 (12 animações - 1 hora de duração) e Competição de Curtas 2 (11 animações - 1 hora de duração).
As três melhores animações do festival, eleitas pelo Júri Popular, Júri Técnico e Júri do Festival receberão o Troféu Diversidade em Animação 2011 e serão exibidas no último dia do festival (13/05) no programa especial - Premiados e Finalistas de 2011.
A indicação das notas do Júri Popular acontecerá através de cédulas de votação, entregues antes das sessões de cinema, ao público presente no festival. O Júri Técnico é formado por profissionais de cinema de animação e outras áreas relacionadas e o Júri do Festival, pela direção do Diversidade em Animação. Dos 23 filmes que participam da Competição de Curtas, 18 são estréias.
O Especial J.J. Sedelmaier traz 11 episódios dos super-heróis gays Ace e Gary de “Ambiguously Gay Duo” e 1 episódio de “Hete-Roy”, o super-herói cristão fundamentalista. Este programa especial é uma parceria do festival com o estúdio de animação norte-americano J.J. Seldelmaier Studios.
A Retrospectiva - Premiados e Melhores de 2010 reúne 10 animações: as 7 melhores e as 3 premiadas da edição 2010 do festival.
O ingresso para cada sessão de cinema do festival Diversidade em Animação 2011 custa R$ 6,00 e R$ 3,00, a meia-entrada (antecipados na loja Cox e na hora na Bilheteria do CCJF).
O ingresso da sessão do festival dá direito a entrada gratuita (até a meia-noite) na Festa Diversidade em Animação que acontecerá dia 7 de maio, sábado, às 22h na Le Boy by Gilles (Rua Raul Pompéia 102, Posto 6, Copacabana, Rio de Janeiro).
Paralelo ao festival haverá outros eventos temáticos com descontos ou entrada gratuita para o público do festival.  O Diversidade em Animação 2011 é uma realização do Centro Cultural Justiça Federal e apoio do Instituto Infnet, Via Áppia e Le Boy by Gilles.
Diversidade em Animação 2011 - 3º Festival Internacional de Animação LGBTData: 6 a 13 de Maio de 2011
Horário de Início das Sessões: 17h30 e 19h
Local: Cine Cultural Justiça Federal (Centro Cultural Justiça Federal)
Avenida Rio Branco 241, Centro. Rio de Janeiro.
Classificação Indicativa do Festival: Não recomendado para menores de 18 anos
Website do Festival: www.diversidadeemanimacao.com
Valor do Ingresso: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada)

Transexual espancada no 'McDonald's' As cenas são (TERRIVEIS)

As cenas são terríveis e mostram várias faces da violência humana. Uma é o ódio irracional aos diferentes, no caso uma transexual que ia ao banheiro de uma franquia do McDonald’s de Baltimore, EUA. Um ódio que por pouco não provocou uma morte estúpida. A outra face é a omissão total de quem deveria proteger clientes numa rede que se orgulha de disseminar uma imagem de bom atendimento aos clientes – e cuja direção geral também se diz chocada com o episódio.
Chama atenção que sejam duas mulheres a bater no(a) transexual. Por mais que homens protagonizem com mais frequência episódios de violência, cada vez mais mulheres se mostram publicamente agressivas e covardes. Neste caso, quase assassinas.
O caso foi o seguinte: no dia 18 de abril, na lanchonete da Kenwood Avenue, em Rosedale, Baltimore, EUA, duas jovens – uma menor de idade, de apenas 14 anos, e a outra, de 18 – atacaram e espancaram por longo tempo uma cliente de 22 anos, Chrissy Polis, sob o olhar complacente dos funcionários da lanchonete. Ouvem-se risos ao fundo. As agressoras puxam a vítima pelos cabelos, chutam, pisam, dão soco, empurram, arrastam-na pelo chão. Chamam a vítima de “dude” (traduzido para português por “macho, homem, cara” e, no caso, usado de forma pejorativa com o transexual que, diferentemente do homossexual, se considera mulher, se veste como mulher e costuma se submeter a cirurgias).
O gerente “ensaia” um protesto e pede às duas que vão embora. “Stop, stop“, limita-se ele a gritar, em vez de impedir a barbárie e chamar a polícia. As agressoras vão indo embora, mas voltam seguidamente para continuar a selvageria, sem ser bloqueadas pelos empregados. A vítima fica encolhida no chão, tenta se proteger, proteger a cabeça especialmente por medo de morrer. Somente uma senhora mais velha, também cliente, intercede vigorosamente em favor da vítima – não o staff do McDonald’s. Quando a transexual começa a sangrar e tremer no chão, os funcionários, com medo da polícia e de acabar, como dizem no vídeo, “com um corpo, um cadáver no chão”, expulsam as agressoras para que elas se livrem da prisão em flagrante.
veja o vídeo logo a abaixo





http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2011/04/24/transexual-espancada-no-mcdonalds-conta-seu-drama-e-funcionario-que-filmou-e-demitido/

Curta vencedor de prêmio pelo júri oficial e também pelo voto popular disponível no YouTube. Diretor pretende lançar longa.

Eu não quero voltar sozinho”

por Alex Cabral


Um menino é cego. O outro acaba de ser matriculado na escola e não conhece ninguém. Entre eles, um forte carinho vai se estabelecendo, o que fez com que "Eu não quero voltar sozinho", de Daniel Ribeiro, fosse escolhido como o melhor curta-metragem tanto pelo júri oficial quanto pelo voto popular na terceira edição do Festival de Paulínia de 2010.

A temática gay no cinema é velha conhecida de Daniel, desde que ele foi premiado com o Urso de Cristal no Festival de Berlim, em 2008, por "Café com leite". Em "Eu não quero voltar sozinho", o diretor deixa clara toda sua delicadeza ao lidar com o assunto: as cenas entre os dois meninos são discretas, com um desejo sendo construído aos poucos e sem exageros.

O melhor de tudo é que Daniel pretende transformar "Eu não quero..." em longa-metragem. O roteiro já está pronto, só falta alguém para financiar o projeto.
Se preferir assistir em HD (alta-definição) no YouTube, clique aqui.

http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=2162